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A Revista Pan-Amazônica de Saúde tem por finalidade contribuir para a produção, divulgação e utilização do conhecimento produzido nacional e internacionalmente. Possui periodicidade trimestral e publica pesquisas originais relativas às áreas de biomedicina, meio ambiente, saúde pública e antropologia médica, abrangendo a educação, a pesquisa e a atenção à saúde.
Tipos de contribuições aceitas
1. Artigo original – trabalho de pesquisa original e inédita, que contribui para o desenvolvimento do conhecimento em uma área específica. Deve incluir, obrigatoriamente, as seguintes seções: Introdução, Materiais e métodos, Resultados, Discussão e Conclusão;
2 Artigo histórico – descreve um episódio passado ou uma personalidade que representou grande relevância em um campo de pesquisa, uma profissão, uma descoberta, e outros;
3. Artigo de revisão – avaliação crítica e sistematizada da literatura sobre determinados temas. Deve reunir as principais evidências, discutindo sua metodologia e os seus aspectos controversos, culminando com a própria interpretação das informações;
4. Comunicação – artigo curto, sem detalhes, sobre um trabalho científico que ainda está sendo realizado, relatando resultados preliminares de pesquisa. Tem a função de dar conhecimento à comunidade científica sobre o andamento de novas descobertas, de maneira rápida, garantindo prioridade ao autor;
5. Relato de caso – descrição de caso clínico importante e bem documentado do ponto de vista clínico e laboratorial, incluindo breve revisão da literatura, descrição do caso e discussão pertinente;
6. Nota técnica – contempla guias, sínteses de manuais, recomendações institucionais e roteiros;
7. Resumo de dissertação ou tese – síntese de dissertação ou tese apresentada e aprovada sobre temas de interesse da Revista; e
8. Carta ao Editor – manifestação de opinião de leitores sobre artigos publicados pela revista. Deve trazer comentário consubstanciado sobre tema publicado e/ou sobre assunto polêmico.
Forma de apresentação dos originais
Estrutura geral do documento
Os trabalhos deverão ser apresentados: em um arquivo .DOC (padrão MS Word); digitados para papel tamanho A4; com tipo de fonte Times New Roman, tamanho 12; com espaçamento simples entre linhas e 6pt para parágrafos em todo o texto; e margens superior, inferior, esquerda e direita igual a 3cm.
Primeira página
Título: deve ser conciso e atrativo para induzir a sua leitura, utilizando os termos que melhor identifiquem o conteúdo para que o tema e a área do conhecimento sejam reconhecidos. Deve ser apresentado centralizado, em negrito e em caixa baixa, a exceção de início de frase e nomes próprios. Quando citado o nome de cidade e estado, inserir também o nome do país.
Autoria: deve conter os nomes completos dos autores (ao centro, em negrito, caixa Alta/baixa), sem abreviação; além da afiliação completa, respeitando-se a hierarquia do órgão (menor para o maior), seguida da indicação da cidade, do estado e do país de origem.
Resumo: é a síntese do conteúdo do trabalho de forma concisa e seletiva do texto quanto aos elementos de maior importância. Deve ser apresentado no mesmo idioma do texto e conter informações quanto ao objetivo, metodologia, resultados e conclusões. À equipe editorial é reservado o direito de traduzir o resumo submetido para os outros idiomas aceitos para publicação. Deve ser digitado em espaço simples, com até 250 palavras.
Palavras-chave: Identificam os unitermos/descritores representativos ao conteúdo central do trabalho. Devem ser fornecidos de três a seis termos, aos quais sugere-se o uso do vocabulário estruturado de Descritores em Ciências da Saúde (DeCS), http://decs.bvs.br/. A tradução dos termos também será realizada para apresentação em diferentes idiomas.
Endereço para correspondência: deve ser indicado o endereço para correspondência com o autor principal do trabalho. Deve conter nome, endereço completo, telefone e e-mail.
Corpo do Texto
A estrutura do texto deverá obedecer às orientações de cada categoria de trabalho já descrita anteriormente, de modo a garantir uma uniformidade e padronização dos textos apresentados pela revista.
Introdução – deve determinar o propósito do estudo, fornecer um breve resumo com revisão da literatura dos trabalhos anteriores relevantes e especificar quais novos avanços foram alcançados através da pesquisa. Não devem ser incluídos dados ou conclusões do trabalho.
Desenvolvimento – núcleo do trabalho, com exposição e demonstração do assunto, que deverá incluir a metodologia (material e métodos), os resultados e a discussão. Deve ser estruturado da seguinte forma:
Material e Métodos – é a base para que o estudo tenha valor científico. Deve conter o detalhamento dos procedimentos e material utilizados na pesquisa, de forma a que outro pesquisador possa repetir o estudo com os dados fornecidos. Técnicas padronizadas bastam ser referenciadas.
Resultados – apresentação dos dados representativos obtidos com a pesquisa. Devem oferecer uma descrição concisa das novas informações descobertas, com o mínimo julgamento pessoal. Não repetir no texto todos os dados contidos em tabelas e ilustrações.
Discussão – apresentação de correlações com os fatos observados e a literatura da área. A discussão permite e sugere: oportunidade de concordar ou discordar dos resultados obtidos por outros pesquisadores e já mencionados na bibliografia; estabelecer relações, deduções paralelas, possíveis generalizações e mesmo identificar falhas de correlação; exposição comentada dos resultados já relatados na seção específica para tal; e linguagem clara onde o autor se posiciona em relação aos resultados obtidos.
Conclusão – parte final do trabalho baseada nas evidências disponíveis e pertinentes ao objeto de estudo. As conclusões devem ser precisas e claramente expostas, cada uma delas fundamentada nos objetos de estudo; devem relacionar os resultados obtidos com as hipóteses levantadas; devem evidenciar o que foi alcançado com o estudo e a possível aplicação dos resultados da pesquisa; podem sugerir outros estudos que complementem a pesquisa; e podem conter recomendações de ordem prática.
Agradecimentos – contribuições de pessoas que prestaram colaboração técnica, intelectual e instituições financiadoras.
Citação
Deve ser utilizado o sistema de chamada numérico, que corresponde ao número sobrescrito, sem parêntese, disposto imediatamente após o texto a que se refere. Somente as citações que aparecem no texto devem ser referenciadas.
As citações diretas (transcrições) serão aceitas em artigos históricos e de antropologia médica; em outros tipos de artigos, só serão aceitas até três linhas, desde que inseridas no texto.
Referências
Dispostas em ordem alfabética, numeradas e normalizadas segundo o estilo Vancouver. Trabalhos não publicados, a não ser os já aceitos para publicação, não devem ser citados. Trabalhos aceitos para publicação devem ser citados como In Press; nesse caso, uma carta de aceitação da revista deverá ser fornecida. Dados não publicados devem ser citados somente no texto como unpublished observations; nesse caso, uma carta com a permissão do autor deve ser fornecida.
Títulos dos periódicos: Devem ser abreviados de acordo com o estilo utilizado no Index Medicus, disponível em http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/.
Regras para autoria: De um a seis autores referenciam-se todos, separados por vírgula. Mais de seis, referenciam-se os seis primeiros, seguidos da expressão latina "et al".
Responsabilidade intelectual: (editores, organizadores, compiladores, etc.) Acrescenta-se a denominação após o nome: Ex.: "Castelo Branco SL, editor Marques Neto H, Oliveira Filho M, Chaves Junior SF, organizadores".
Autores Corporativos: Organización Panamericana de la Salud. Universidade Federal do Paraná. Departamento de Pediatria. Ministério da Saúde (BR). Centro de Documentação.
EXEMPLOS
a) Artigos de periódicos:
Linhares AC, Pinheiro FP, Freitas RB, Gabbay YB, Shirley JA, Beards GM. An outbreak of rotavirus diarrhea among a nonimmune, isolated South American Indian Community. Am J Epidemiol. 1981;113(6):703-10.
Volume com parte:
Marcus FI. Drug interaction with amiodarone. Am Heart J. 1983;106(4 Pt 2):924-30.
Volume com suplemento:
Mirra SS, Gearing M, Nash F. Neuropathologic assessment of Alzheimer’s disease. Neurology. 1997;49 Suppl 3:S14-6.
Número com suplemento:
Wise MS. Childhood nacolepsy. Neurology. 1998;50(2 Suppl 1):S37-42.
b) Livros:
Leão RNQ, coordenador. Doenças infecciosas e parasitárias: enfoque amazônico. Belém: CEJUP; 1997. 885 p.
Fletcher RH, Fletcher SW, Wagner EH. Clinical epidemiology. 2nd ed. Baltimore: Williams & Wilkins; 1988.
c) Capítulos de livro:
Quando o autor do capítulo não é o mesmo do livro:
Kapikian AZ, Hoshino Y, Chanock RM. Rotaviruses. In: Knipe DM, Howley PM, Griffin DE, Lamb RA, Martin MA, Roizman B, Strais E, editors. Fields virology, 4th ed. Philadelphia: Lippincott Williams and Wilkins; 2001. p. 1787-1833.
Monroe SS, Carter MJ, Herrmann JE, Mitchell DK, Sanchez-Fauquier A. Family Astroviridae. In: Fauquet CM, Mayo MA, Maniloff J, Desselberger U, Ball LA, editors. Virus Taxonomy: Eighth Report of the International Committee on Taxonomy of Viruses. London: Elsevier/Academic Press; 2005. p. 859-864.
Quando o autor do capítulo é o mesmo do livro:
Veronesi R. Doenças infecciosas. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1982. Eritema infeccioso; p. 32-4.
Autoria institucional:
Fundação Nacional de Saúde. Plano nacional de controle da tuberculose. Brasília: Ministério da Saúde; 1999.
d) Materiais não publicados:
Stewart WC, Geiger AC, Jenkins JN. The benefit of repeated intraocular pressure measurements in clinical trials. Arch Ophthalmol. In Press 2004.
Cronemberger S, Santos DVV, Ramos LFF, Oliveira ACM, Maestrini HA, Calixto N. Trabeculectomia com mitomicina C em pacientes com glaucoma congênito refratário. Arq Bras Oftalmol. No prelo 2004.
e) Teses, Dissertações e Monografias:
Busato CR. Prevalência de portadores de Staphylococcus aureus multirresistentes em contatos domiciliares de profissionais de saúde [dissertação]. Curitiba (PR): Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde; 1997.
f) Portarias e Leis:
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Portaria n° 212, de 11 de maio de 1999. Altera a AIH e inclui o campo IH. Diário Oficial da União, Brasília, p. 61.
Brasil. Lei n° 9.431, de 6 de janeiro de 1997. Decreta a obrigatoriedade do Programa de Controle de Infecção Hospitalar em todos os hospitais brasileiros. Diário Oficial da União, Brasília, p. 165, 7 jan. 1997. Seção 1.
g) Endereços eletrônicos:
Feiz V, Mannis MJ. Intraocular lens power calculation after corneal refractive surgery. Curr Opin Ophthalmol [Internet]. 2004 Aug [cited 2004 Aug 12];15(4):[about 8 p.]. Available from: http://www.coophthalmology.com/pt/re/coophth/abstract.00055735-200408000-00011.htm.
Lucena AR, Velasco e Cruz AA, Cavalcante R. Estudo epidemiológico do tracoma em comunidade da Chapada do Araripe - Pernambuco – Brasil. Arq Bras Oftalmol [Internet]. 2004 mar-abr [citedo 2004 jul 12];67(2):197-200. Disponível em: http://www.abonet.com.br/abo/672/197-200.pdf.
h) Anais de congresso:
Marcondes E. Visão geral da adolescência. Anais do 21º Congresso Brasileiro de Pediatria; 1979 out 6-12; Brasília. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Pediatra; 1979. p. 267-75.
i) Trabalho de evento publicado em periódico:
Ohnishi MDO, Ventura AMRS, Libonati RF, Souza JM. O pulmão na malária vivax: relato de caso. In: 44º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 2º Encontro de Medicina Tropical do Cone Sul e 3º Encontro de Medicina Tropical dos Países de Língua Portuguesa; 2008 Mar 4-7; Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical; 2008. p. 215. (Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical; vol. 41; supl. 1).
Anexos
Quando necessário, devem estar presentes separadamente ao final do artigo, sendo inserida indicação no texto.
Ilustrações
Cada ilustração deve ser apresentada em folha separada ao final do artigo, numerada na ordem de aparecimento no texto e conter um título sucinto, porém explicativo, bem como suas respectivas legendas (quando houver).
Tabelas: devem complementar, e não duplicar, o texto. Recomenda-se seguir as Normas de Apresentação Tabular da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Todas as explicações devem ser apresentadas nas legendas (rodapé) da tabela e não no título, identificadas por símbolos nesta ordem: * , † , ‡ , § , || , ¶ , ** , †† , ‡‡ . Não sublinhar ou desenhar linhas dentro das tabelas e não usar espaços para separar colunas.
Figuras: são aceitas no máximo quatro pranchas para publicação, podendo ser em preto ou em cores. Caso os autores julguem essencial que uma determinada imagem permaneça no caso de extrapolado o número máximo permitido, solicita-se um contato especial com os editores. Fotografias, mapas ou gráficos devem ser enviados sob a forma de arquivos nos formatos .jpg, .bmp ou .tif, com resolução mínima de 300 dpi, para possibilitar uma impressão nítida; na versão eletrônica, a resolução será ajustada para 72 dpi. Imagens geradas em computador, como gráficos e esquemas, podem ser anexadas sob os formatos .psd, .cdr ou .xls. Desenhos, fotografias ou quaisquer ilustrações que tenham sido digitalizadas por escaneamento podem não apresentar grau de resolução adequado para a versão impressa da revista; assim, é preferível que sejam enviadas em versão impressa original. Nesses casos, no verso de cada figura deve ser colada uma etiqueta com o seu número. O corpo editorial reserva-se o direito de configurar o material ilustrativo de modo mais econômico, desde que não prejudique sua apresentação. Os autores são convidados a submeter para consideração da Revista ilustrações com legendas de seus manuscritos que poderão vir a ilustrar a capa.
Unidades de medida
As unidades de medida devem seguir os padrões do Sistema Internacional de Unidades (SI), disponível em http://www.inmetro.gov.br/infotec/publicacoes/Si.pdf.
Abreviações e símbolos
Siglas ou acrônimos com até três letras deverão ser escritos com todas as letras maiúsculas (Ex: DOU; USP; OMS). Em sua primeira aparição no texto, acrônimos desconhecidos deverão ser escritos por extenso e acompanhados da respectiva sigla entre parênteses. As siglas e abreviaturas compostas por consoantes, exclusivamente, serão escritas em letras maiúsculas. Siglas com quatro letras ou mais serão escritas com todas as letras maiúsculas, se cada uma de suas letras for pronunciada separadamente (Ex: BNDES; INSS; IBGE). Siglas com quatro letras ou mais que formarem uma palavra, ou seja, que incluírem vogais e consoantes, serão escritas apenas com a inicial maiúscula (Ex: Sebrae; Camex; Funasa). Siglas que incluírem letras maiúsculas e minúsculas originalmente, como forma de diferenciação, serão escritas como foram criadas (Ex: MTb; CNPq; UnB). Para siglas estrangeiras, recomenda-se a designação correspondente em português, se a forma traduzida for largamente aceita; ou sua utilização na forma original, se não houver correspondência em português, ainda que o nome por extenso em português não corresponda à sigla. (Ex: OIT = Organização Internacional do Trabalho; UNESCO = Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura; MRPII = Manufacturing Resource Planning). Entretanto, algumas siglas, por força da sua divulgação nos meios de comunicação, acabaram por assumir um sentido além da representação da sigla; é o caso, por exemplo, de AIDS = Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, sobre a qual o Conselho Nacional de Aids, do Ministério da Saúde, decidiu recomendar, dada a popularização da sigla original, que os documentos do Ministério reproduzissem-na como se tratasse do nome da doença, aids, em letras minúsculas portanto.
Veja também: Políticas da Revista e Transferência de Copyright.
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